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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

PARTICIPAÇÃO NA CELEBRAÇÃO DE ACÇÃO DE GRAÇAS A S. NUNO DE SANTA MARIA

Decorreu ontem, na Batalha, a CELEBRAÇÃO DE ACÇÃO DE GRAÇAS A S. NUNO DE SANTA MARIA, organizada pelo CNE, e na qual o nosso agrupamento participou.

Os sinos da igreja de S. Vicente assinalavam as 7h00 de uma manhã que acordava fria e húmida. A ténue luz da alvorada parecia anunciar um dia farrusco, mas existia a esperança que, nas latitudes da Batalha, S. Pedro fosse nosso amigo. Aos poucos, os escuteiros de S. Vicente, iam-se aglomerando na base da escadaria que dá acesso ao adro da Igreja. Sentia-se já no ar o cheiro dos panados e rissois que as mochilas iam exalando. A camioneta da Transdev chega, e os trinta escuteiros entram. Após a espera do último atrasado, partimos em direcção da Batalha pelas 7h30.
A viagem de 3 horas, foi animada, a excitação dos mais novos contrastava, por vezes, com os sinais de quem parece que ainda estava no primeiro sono.

Chegados à Batalha, o dia que esperávamos auspicioso tornou-se pluvioso. S. Pedro não foi meigo e enviou água q.b. para animar os escuteiros.
A entrada na Batalha prometia um dia que se não veio a realizar. A imagem daquele monumental mosteiro, que servia de pano de fundo para a nossa celebração, enchia-nos de emoção. Ali se lembra um dos grandes feitos de S. Nuno, e ali ia-mos nós agradecer a sua santificação.
Ao chegarmos ao recinto, cada secção foi encaminhada para um sector diferente. Os lobitos e exploradores à frente, os Pioneiros e caminheiros atrás. E que efeito teria dado, tal caleidoscópio de cores, se os guardas-chuva e impermeáveis não ocultassem os nossos lenços.
A eucaristia iniciou-se já sob o manto amigo da morrinha, o que retirou alguma solenidade à cerimónia. Foi penoso participar na eucaristia sob chuva, mas a cerimónia estava bem organizada e foi marcante, para quem conseguiu seguir por entre os abrigos de guardas-chuva e toldos improvisados.


Finda a eucaristia, não foi possível, dado as condições atmosféricas, realizar a actividade prevista. O auto de S. Nuno, que estava programado para o campo de S. Jorge e os jogos das secções não de puderam realizar.
Tivemos que nos abrigar no interior do Mosteiro, que se havia tornado numa espécie de asilo dos escuteiros ensopados. Aproveitamos para descansar um pouco e visitar a igreja e o mausoléu real, onde se encontram sepultados D. João I e II, D. Afonso V e parte da ínclita geração.




Como S. Pedro não mostrava compaixão pelos escuteiros, talvez pelo trabalho extra que vai ter como novo patrono dos pioneiros, esses magalas, e continuasse a chover copiosamente, partimos mais cedo para a nossa segunda paragem do dia - o santuário de Fátima.


Chegados a Fátima, aproveitamos para tirar a barriga de Misérias. O grupo parou nas arcadas do santuário, um dos poucos lugares secos e abrigados, e devorou os opíparos panados, empadinhas, rissois, bolinhos de bacalhau, croquetes, sandes e sanduiches, chamussas e pasteis de massa tenra, e tudo mais que o prevenido escuteiro leva para estas ocasiões, batata frita (light, sabor a presunto, a ervas a queijo a caviar, a etc etc) fruta variada (da época ou importada) queques e outros bolos e bolinhos, água, sumos coca-cola e leite chocolatado, e mais o que houver de enlatados.


De tarde, já consolados com o lauto banquete, e conformados com a água que teimava em cair dos céus, visitamos o resto do santuário, desde a nova basílica, à capelinha das aparições.
Já com a luminosidade a minguar, regressamos a Braga, a animação na camioneta continuou durante o regresso, sendo os mais novos e os mais velhos os eternos entusiastas.





Chegamos a Braga pelas 19h15, com a sensação de dever cumprido e de um dia bem passado, mesmo que molhado, porque o Escuteiro tem sempre boa disposição de espírito.

Esperemos que para a próxima S. Pedro seja um pouco mais amigo.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Abertura Regional do Ano Escutista


No passado Domingo, 4 de Outubro, decorreu a abertura regional do Ano escutista 2009/2010, que este ano decorreu na nossa cidade. À abertura associou-se a comemoração dos 50 anos do Núcleo de Braga, momento descrito na mensagem anterior.
O Agrupamento 19, como é já sua tradição participou activamente nesta importante comemoração anual. Estiveram presentes 6 Lobitos, 16 Exploradores, 8 Pioneiros, 6 Caminheiros e 5 Dirigentes.
Esta grande actividade iniciou-se com a cerimónia de abertura e a eucarístia às 9h30 na Praça do Município onde se congregaram perto de 10000 escuteiros dos 9 núcleo da região de Braga.

A Eucaristia






















O desfile das bandeiras.

Após a Eucaristia seguiram-se os jogos de cidade, que este ano foram organizados de forma diferente. Grupos de 3 agrupamentos foram colocados em diferentes pontos da cidade, e uma vez ai cada agrupamento teve que apresentar (e realizar com os demais) um Jogo, um grito e uma canção ou dança. Cada agrupamento deveria também levar uma lembrança para partilhar com os restantes.

O 19 ficou agrupado com os agrupamento 0409 de GONDAR (Guimarães) e o agrupamento 618 de Galegos Santa Maria (Barcelos). O ponto de encontro que nos calhou em rifa foi o Largo da Senhora a Branca.

Pausa para almoço, no largo da Senhora-a-Branca

Momento de partilha dos Lobitos dos Agr. 19, 409 e 618.

Momento de partilha dos Exploradores dos Agr. 19, 409 e 618.

O encerramento deste dia deu-se com a festa da Abertura regional, na Praça do Município, onde os cerca de 10000 escuteiros presentes deram largas à sua alegria e mostraram a força do CNE da região de Braga.